Fora do senso comum. Para além da órbita da desinformação. Rumo ao cosmo do conhecimento.

Pequeno Dicionário dos Fascismos Europeus entre 1914 e 1945

Fascismo: sua definição, suas características e um pouco de sua história nos países europeus onde ocorreu.

0 5.886

Página 5 de 5 :
Para saber mais
  • 1. O que é o fascismo?
  • 2. Países onde os movimentos fascistas foram vitoriosos
  • 3. Países onde os fascismos tiveram menos sucesso
  • 4. Países onde os movimentos fascistas foram pouco expressivos
  • 5. Para saber mais

5. Para saber mais

Glossário

Anschluss – em alemão anexação, um eufemismo para o que foi de fato, a invasão e posterior união política e econômica da Áustria com a Alemanha.

Bergson, Henri – filósofo do final do século XIX, caracterizado como defensor da filosofia vitalista- um dos conceitos principais de sua filosofia é o Élan Vital, que descreve a natureza daquilo que é vivo. Apesar de vitalista, não é considerado de modo algum como precursor das filosofias vitalistas que levaram ao fascismo.

Corporativismo, Estado corporativista – “pode ser definido como o sistema de arranjos institucionais pelos quais capital e trabalho são integrados em unidade hierárquicas, obrigatórias e funcionais reconhecidas pelo estado, que tornam-se órgãos de autodesenvolvimento para problemas relacionados à categorias específicas como também [serve] como fundamento para participação com outros interesses organizados corporativamente em decisões de políticas públicas que afetem toda a sociedade( Parlamento corporativo. As corporações podem ser o poder controlador no estado, ou podem ser, como na Itália, controladas por uma autoridade política que exista independentemente de ou fora do sistema corporativo”[144]. Em outras palavras, um tipo de organização definida juridicamente que tenta regular, através do estado, as relações do trabalho e capital em unidades atreladas a um setor econômico específico.

Colaboracionismo – qualquer pessoa, grupo, movimento etc. que pretende ou colabora com o inimigo

Dreyfusards(caso Dreyfus) – partidários da inocência do capitão Dreyfus. O Caso Dreyfus dividiu a França no final do século XIX; o caso em si (se Dreyfus era ou não um espião alemã-que não era) serviu como pretexto para determinar o futuro da França- elitista, antissemita ( Dreyfus era judeu) e chauvinista ou democrática e igualitária[145]. No fim, venceram os defensores de Dreyfus, que garantiram a derrota de nacionalistas autoritários franceses.

Gleichschaltung (Coordenação) – termo retirado da tecnologia elétrica, foi apropriado pelos nazistas para designar o processo de subordinação de toda a sociedade à ideologia nazista. Por exemplo, o federalismo do estado alemão, a democracia e os direitos individuais foram as primeiras vítimas do Gleichshaltung nazista. Assim como, posteriormente, as cortes, a burocracia civil e o exército.

Irredentismo – termo original do italiano que aparece, no século XIX, para designar o programa daqueles que queriam a unificação do Estado italiano e a inclusão de territórios os quais estavam fora do Estado italiano. Depois ele foi usado para descrever qualquer ideologia que procura anexar territórios estrangeiros sob a alegação de pertencerem ao território nacional.

Führerprinzip (princípio do chefe) – originalmente, ideologia que pregava sistema radicalmente antidemocrático de liderança, que caracterizava o nazismo, mas que é usado para nomear qualquer sistema político, forma de governo ultra autoritário em que tudo e todos se submetem ao líder.

Filosofia vitalista – tipo de filosofia, em especial na Alemanha, “que têm em comum as características de considerar a filosofia como vida”[146] ou filosofia que enxerga a vida como princípio de todas as coisas. Vários autores podem ser postos como partidários dessa corrente como Bergson, Ludwig Klages, etc.

Lebensraum (Espaço vital) – ideologia propagada no final do século XIX por conservadores alemães e influente durante o império alemão, que, após certas mudanças conceituais, foi usado por Hitler no Minha Luta para descrever a necessidade de um povo “superior”, que “não possuísse espaço suficiente”, pudesse conquistar o território de povos “inferiores”.
Holístico: concepção de mundo que engloba todos os aspectos da realidade
Ideologia Sincrética: conjunto de ideias que mistura fontes de diversos matizes, muitas vezes contraditórias entre si

Lumpem – seção desestruturada e desorganizada de algum estrato ou classe.

Pareto, W. – sociólogo e economista, professor em Lausanne na Suíça, cujas teorias das Elites, da importância dos mitos no governo,etc como também seu desprezo pela democracia[147] influenciaram o jovem Mussolini.

Parafascismo/parafascista[148] – regimes políticos que mimetizam as práticas genuinamente fascistas, mas com a intenção de cooptar seus membros e desmobilizar a população. Adotam o estilo (militarismo, gestos), partidos únicos e seções paramilitares e, ao menos publicamente, defendem muitas ideias da ideologia fascista mimetizada; mas o partido geralmente tem pouca influência sobre o regime, as seções paramilitares são subordinadas ao exército, e a ideologia não é seguida pelo regime. Os regimes de Franco, Salazar e até mesmo de Antonescu, na Romênia ou de Metaxas, na Grécia, podem ser considerados, então, parafascistas.

Putsch/putschistas – golpe ou tentativa de golpe através de forças militares e/ou paramilitares.

Squadristi – grupos paramilitares formados entre 1920-1, a princípio, no norte da Itália, no campo, para combater organizações, políticos e militantes socialistas, após o conjunto de greves, tomadas de fábricas e terra entre 1919 e 1921, conhecido como biênio rosso-vermelho, em italiano; recorreriam à violência e muitas vezes, com extrema brutalidade, resultando na morte de seus oponentes.

Sorel, Georges – teórico do sindicalismo revolucionário, promoveu a revisão do marxismo, produzindo uma teoria em que enfatiza a necessidade da violência e de mitos para a revolução. Serviu de inspiração para Mussolini e para os primeiros círculos intelectuais fascistas em suas respectivas teorias.

SAs – grupos paramilitares, a princípio liderados por E. Röhm e depois submetidas às SS de Himmler, que entravam em confronto com sociais-democratas e comunistas até que eles mesmos fossem cassados, presos ou perseguidos depois da tomada de poder, e responsáveis por ações violentas e brutais, como a noites dos cristais quebrados, em 1937, um pogrom contra os judeus.

SS – Originalmente um setor das SAs, após o assassinato de Ernst Röhm, estabelece-se como a polícia do NSDAP, chefiada por Heinrich Himmler. Progressivamente torna-se cada vez mais importante dentro do partido e estado nazistas, até que Himmler é designado chefe das polícias e da Gestapo (polícia secreta). As SSs tornam-se um estado dentro do estado, chegando a ter uma divisão do exército (as Waffen-SS). Foram responsáveis em coordenar a solução final- o plano de eliminar fisicamente todos os judeus na Europa.

Ultranacionalismo – qualquer forma de ideologia nacionalista que seja anti-individualista (que sobreponha a nação aos direitos individuais), imperialista (não respeite o direito de autodeterminação das nações e de outros povos), antidemocrática e xenofóbica.

Referências

[144] CANNISTRARO, 1982, p. 138
[145] PAYNE,1995, p. 45
[146] ABBAGNO, 2007, p. 1197
[147] CANNISTRARO, 1982, p. 392
[148] GRIFFIN, 1992

Bibliografia

  • BAUER, O. MARCUSE, H. ROSENBERG, A. Faschismus und Kapitalismus-Theorien über die sozialen Ursprünge und die Funktion des Faschismus. Frankfurt: Europäische Verlaganstalt Frankfurt, 1970
  • BERNSTEIN, Serge & MILZA, Pierre. Le Fascisme Italien 1922-1945. Paris: Édition du Seuil, 1980.
  • BLINKHORN, Martin. Fascists and Conservatives- The Radical Right and the Establishment in Twentieth-Century Europe.Routledge, 1990.
  • BOSWORTH, R.J.B. Mussolini. London: Arnold, 2002.
  • CARSTEN, F. L. The Rise of Fascism. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1980.
  • COSTA PINTO, António. Os Camisas Azuis e Salazar- Rolão Preto e o Fascismo em Portugal. Lisboa: Editorial 70, 2015.
  • DE FELICE, Renzo. Le Interpretazioni del Fascismo. Bari: Editori Laterza, 1995a.
  • DE GRAND, Alexander. Italian Fascism- its Origins and Development. (third edition). Lincon&London: Nebraska University Press, 2000.
  • EATWELL, Roger. Fascism: a History. New York: Penguim Books, 1995.
  • EVANS, Richard J. The Coming of the Third Reich. New York: Pinguim Press, 2005.
  • EVANS, Richard J. The Third Reich in Power. New York: Pinguim Press, 2007.
  • EVANS, Richard J. The Third Reich at War. New York: Pinguim Press, 2009.
  • GENTILE, Emilio. Fascismo- Storia e Interpretazione. Bari: Editori Laterza,2002.
  • GRIFFIN, Roger (ed.). Fascism- Oxford Readers. Oxford: Oxford University Press, 1999.
  • GRIFFIN, Roger (ed.). International Fascism: Theories, Causes and the New Consensus. London&New York: Arnold, 1999.
  • GRIFFIN, Roger. The Nature of Fascism. London & New York: Routledge, 1992.
  • LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980.
  • KERSHAW, Ian. Hitler. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
  • MAYER, Arno J. Dinâmica da Contra-Revolução na Europa 1870-1956. São Paulo: Paz e Terra, 1977.
  • MORGAN, Philip. Fascism in Europe, 1919-1945. New York: Routledge, 2003
  • NICHOLLS, A.J. Weimar and the Rise of Hitler -Fourth Edition (The Making of the Twentieth Century). New York: St Martin Press, 2000.
  • NOLTE, Ernst. Die faschistische Bewegungen. München: Deutschen Taschenbuch Verlag, 1982.
  • PAYNE, Stanley G. A History of Fascism: 1914-1945. Madison: Wiscosin University Press, 1995.
  • PAXTON, Robert O. A Anatomia do Fascismo. São Paulo: editora Paz& Terra, 2007.
  • STERNHELL, Zeev, SZNAJDER, Mario, ASHERI, Maia. The Birth of Fascist Ideology. Princeton: Princeton University press,1994.
  • TANNENBAUM, Edward R. The Fascist Experience: Italian Society and Culture, 1922-45. New York&London: Basic Books, 1970.
  • ROGGER, Hans and WEBER, Eugen(ed.) The European Right- A Historical Profile. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1965
  • SCHANÄDELBACH, Herbert. Philosophie In Deutschland 1831-1933. Frankfurt-am-Main: Suhrkamp Verlag, 1983
  • SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • WEBER, Eugen. Varieties of Fascism – Doctrines of Revolution in the Twentieth Century. Malabar: Krieger Publishing Company, 1964.
  • WINOCK, Michel (ed.) Histoire de l’Extreme Droite en France. Éditions du Seuil, 2015.
  • WIPPERMAN, WOLFGANG. Europäischer Faschismus im Vergleich 1922-1982. Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1983.
  • WIPPERMAN, Wolfgang. Faschismustheorien- zum Stand der gegenwärtigen Diskussion. Darmstadt: Wissenschftliche Buchgeselschaft Darmstadt, 1988
  • WOOLF, S.J. (ed.) Fascism in Europe. London&New York: Routledge, 2016[1980].

Artigos/Teses/ Artigos e textos em livros

  • AVAKUMOVIC, Ivan. Yugoslavia’s Fascists Movements in SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • AZÉMA, Jean Pierre. Vichy in WINOCK, Michel (ed.) Histoire de l’Extreme Droite en France. Éditions du Seuil, 2015.
  • BAUER, Otto. Der Faschismus in BAUER, O. MARCUSE, H. ROSENBERG, A. Faschismus und Kapitalismus-Theorien über die sozialen Ursprünge und die Funktion des Faschismus. Frankfurt: Europäische Verlaganstalt Frankfurt, 1970 pp. 143-67
  • BARBU, Zeev. Psycho-Historical and Sociological perspectives on the Iron Guard, The Fascist Movement in Romania in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980, pp. 379-94.
  • BOTZ, Gehard. The Changing Patterns of Social Support for Austrian National Socialism (1918-1945) in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980, pp. 379-94.
  • CODREANU, Corneliu. The Legion of The Archangel Gabriel: Our Program [excerto] in WEBER, Eugen. Varieties of Fascism – Doctrines of Revolution in the Twentieth Century. Malabar: Krieger Publishing Company, 1964.
  • DÉAK, ISTVÁN. Hungary pp. 364-407 in ROGGER, Hans e WEBER, Eugen (ed.) The European Right- A Historical Profile. Berkeley and Los angeles: University of California Press, 1965.
  • DE FELICE, Renzo. Italian Fascism and the Middle Classes in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980 pp. 312-17
  • FELLNER, Fritz. The Background of Austrian Fascism in SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • ELLEY, Geoff. What Produces Fascism acessado dia 19/01/2018 surface.syr.edu/cgi/viewcontent.cgi?filename=3&article…
  • JELÍNEK, Yeshayahu. Clergy and Fascism: Tje Hlinka Party in Slovakia and the Croatian Ustasha Movement in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980 p. 367-78
  • GENTILE, Emilio. Il fascismo: Un Profilo Storico in GENTILE, Emilio. Fascismo- Storia e Interpretazione. Bari: Editori Laterza,2002.
  • HAVRÁNEK, Jan. Fascism in Czechoslovakia in SUGAR, PETER F(ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • LEWIS, Jill. Conservatives and Fascist in Austria, 1918-34 in BLINKHORN, Martin. Fascist and Conservatives- The Radical Right and the Establishment in twentieth-century Europe.Routledge, 1990.
  • LACKÓ, Miklós. The Social Roots of Hungarian Fascism: The Arrow Cross in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980 pp. 395-400
  • LINZ, Juan. Political Space and Fascism as a Late-Comer: Conditions Conducive to the Success or Failure of Fascism as a Mass Movement in Inter-War Europe in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Facism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980. pp. 153-89
  • LINZ, Juan. Some Notes towards a Comparative Study of Fascism in Sociological Perspective in LAQUEUR,Walter. Fascism A Reader’s Guide- Analyses, Interpretations, Bibliography.Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1976. p.3-121
  • MILZA, Pierre. L’Ultra Droite des Annés Trente in WINOCK, Michel (ed.) Histoire de l’Extreme Droite en France. Éditions du Seuil, 2015
  • MUSSOLINI, Benito. Fascims Myth’s: The Nation in GRIFFIN, Roger. Fascism- Oxford Readers. Oxford: Oxford University Press, 1999.
  • PAYNE, Stanley. Social Composition and Regional Strenght of the Spanish Falange in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Fascism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980 pp.423-35
  • POULANTZAS, Nico. An Exceptional Form of the Capitalist State [excertos] in GRIFFIN, Roger (ed.). International Fascism: Theories, Causes and the New Consensus. London&New York: Arnold, 1999. pp. 86-97
  • PRESTON, Paul. Spain in WOOLF, S.J. (ed.) Fascism in Europe. London&New York: Routledge, 2016[1981]
  • PRIMO DE LA RIVERA, José Antonio. Bread and Justice [excerto] in GRIFFIN, Roger. Fascism- Oxford Readers.Oxford: Oxford University Press, 1999.
  • RATH, R. John. Authoritarian Austria in SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • STERNHEEL, Zeev. Strands of French Fascism in LARSEM S.U., HAGTVET, B. e MYKLEBUST, J.P. Who Were the Fascists: Social Roots of European Facism. Bergen, Oslo, Tromso: Universitetsforlaget, 1980. pp. 479-500
  • STERNHEEL, Zeev. Fascism in GRIFFIN, Roger (ed.). International Fascism: Theories, Causes and the New Consensus. London&New York: Arnold, 1999. P.30-5
  • STERNHEEL, Zeev. Fascist Ideology in LAQUEUR, Walter. Fascism A Reader’s Guide- Analyses, Interpretations, Bibliography. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1976.
  • SZALÁSI, Ferencz. The Way and The Aim In WEBER, Eugen. Varieties of Fascism – Doctrines of Revolution in the Twentieth Century. Malabar: Krieger Publishing Company, 1964
  • WEBER, Eugen. Romania in ROGGER, Hans and WEBER, Eugen (ed.) The European Right- A Historical Profile. Berkeley and Los angeles: University of California Press, 1965 pp. 501-74
  • WANDYCZ, Piotr S. Fascism in Poland: 1919-1935 in SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • WERESZYCKI, Henryk. Fascism in Poland in SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.
  • WINOCK, Michel. L’Action Française in WINOCK, Michel (ed.) Histoire de l’Extreme Droite en France. Éditions du Seuil, 2015
  • ZACEK, Joseph F. Czechoslovak Fascisms in SUGAR, PETER F (ed.). Native Fascism in the Sucessor States. Santa Barbara: Clio Press, 1970.

Dicionários

  • BBAGNO, Nicola. Dicionário de Filosofia. Edição revista e ampliada. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  • BERNSTEIN, Serge & MILZA, Pierre. Dictionnaire des Fascismes et du Nazisme.Paris: André Versaille Éditeur, 2010.
  • BLAMIRES, Cyprian B. World Fascism, A Historical Encyclopedia (2v.). ABCCLIO, 2006.
  • CANNISTRARO, Philip. V. (ed.) Historical Dictionary of Fascism in Italy. Westport: Greenwood Press, 1982.
  • ZENTNER, Christian& BEDÜRFTIG, Friedmann. The Encyclopedia of the Third Reich. New York: Da capo Press, 1997.ANDINÁVIA (Noruega, Dinamarca, Finlândia e Suécia)

Receba novidades da Voyager em tempo real no seu navegador.

Olá! Seja bem-vindo à Voyager! Esperamos que você esteja de acordo com as nossas políticas de uso, privacidade e cookies. Concordo Saiba mais